A Crise na Indústria Automobilística

O tempo parece ter vindo: ninguém está certo sobre até que ponto a economia brasileira continuará se deteriorando antes de efetivamente a recuperação começar.

Antes da chegada de 2016, o mercado doméstico teria coberto metade  do que se previa para o ano. Um, pesquisa em andamento eletrônica entre os participantes de discussão demonstrou que cerca de 55% das montadoras esperam ofertas debaixo 2m de unidades até dezembro, ou de volta aos níveis de 2007 – nove anos para trás!

Além do mais, Quando será que a situação irá voltar? Alguns propõem apenas em 2019 que assim algumas ofertas de veículos irão acompanhar o PIB brasileiro em sua recuperação per capita.

Na década de oitenta Demorou cerca de 12 anos para se recuperar a volumes anteriores. Recuperação que após a recessão de 1998 tomou nove anos. A presente crise, que começou a vir a ser concretizadas em 2014, pode continuar por até 10 anos; talvez em algum grau menor se a nação agarra as escolhas monetárias e reformistas certas.

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Com este ponto de vista, apenas um pensamento de interceder projeto, por exemplo, com inovações, irá carregar após 2017.

Em qualquer caso, para terminar este, a ventura deve derramar e desejos atuais são retornos pobres para uso investigação. Sem ofertas de som, o resultado será no negativo, o que preocupa muitos proprietários de negócios automobilísticos dentro do Brasil.

Nesta situação, a emergência atingiu os fabricantes de automóveis de forma desigual. Parte da indústria geral, trata volumes e volume de negócios considerado, o Big Four – Fiat (agora FCA), Ford, GM e VW – são as enormes falhas, como se afirmou. Apesar de Honda e Toyota terem recursos investidos no limite agora trazendo sobre o limite abundância, Ambos realizar despesas normais item de desconto Um fragmento vitrine muito menos influenciado. É necessário que o brasileiro volte a consumir, se não o que esperar?

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